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Na colônia, a decadência de três tribos abandonadas

O Estado de São Paulo (São Paulo-SP)
13 de mai de 1975

A Colônia Indígena de Dourados, sem nenhum controle por parte da Funai, se transformou em um abrigo ideal para aqueles que vivem da exploração das comunidades indígenas. O índio Terena, Ramão Machado da Silva, de 29 anos e escolhido como capitão da Colônia, lamenta que a maioria de seus companheiros são alcoólatras, e que muitos brancos, cientes dessa situação, levam cachaça às aldeias a fim de explorar as famílias indígenas. Ele também denuncia os 300 paraguaios que se infiltraram na terra indígena nos últimos anos, além dos conflitos existentes entre indígenas e os trabalhadores da construtora Nosde Engenharia, responsável pela pavimentação da rodovia Dourados - Itaporã, que, segundo ele, provocam e humilham os índios constantemente.

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