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Xokó resistem à expulsão e reclamam criação da reserva

Porantim (Brasília - DF)
31 de dez de 1979

Em 1 de dezembro, a juíza Aparecida Gama de Porto da Folha, Sergipe, deu ganho de caso à família Brito no conflito pela posse das terras da Ilha de São Pedro, historicamente pertencentes à etnia Xokó, e intimou os indígenas a abandonarem sua ocupação no prazo de 10 dias. Os Xokó, entretanto, não estão dispostos a cumprir pacificamente a decisão e decidem continuar onde estão. O Cimi - Nordeste, o Sindicato de Trabalhadores Rurais de Porto da Folha, a Fetag de Sergipe e a Diocese de Propriá protestam contra a decisão da juíza e se colocam a favor dos indígenas, que cobram apoio da Funai para a demarcação dessas terras, além de alimentos, remédios e casas, pois estão passando fome. O órgão, por fim, decidiu intervir pedindo que seja revogada a liminar concedida à família Brito.

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