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JÁ NÃO ERA SEM TEMPO

FolhaES - http://www.folhaes.com.br
30 de Mar de 2011

Os ambientalistas brasi­leiros, principalmente os ca­pixabas, podem começar a comemorar ainda que de for­ma tímida, mas com esperan­ça renovada de preservação de grande parte do que ainda res­ta da Mata Atlântica no Espíri­to Santo.

As comemorações dos 20 anos da Reserva da Biosfe­ra da Mata Atlântica, que in­cluem todas as unidades de conservação no Espírito Santo, foram reunidas num workshop para discutir sobre a criação de novas Unidades de Conserva­ção (UCs) estaduais.

O objetivo é definir áre­as prioritárias apontadas pelo Iema para criação das novas UCs, além de debater estraté­gias preventivas de proteção, no Espírito Santo.

Atualmente o Iema é res­ponsável pela administração de 17 UCs, totalizando cer­ca de 56.200 hectares de uma vegetação nativa, de suma im­portância, que vem sendo cas­tigada e explorada desde a co­lonização portuguesa e das invasões francesas e holande­sas.

Unidades de Conserva­ção (UCs) são espaços terri­toriais com características na­turais relevantes, legalmente instituídos pelo poder públi­co, com objetivos de conser­vação e com limites definidos, sob regime especial de admi­nistração, às quais se aplicam garantias adequadas de prote­ção.

Um exemplo é o sul do Es­tado que já contou com uma cobertura florestal imensa­mente superior ao que ain­da resta. A ação predatória do homem tem suas conseqüên­cias e as enchentes, chuvas em excesso ou escassas são espelhos da resposta da natu­reza aos ataques que vem so­frendo.

http://www.folhaes.com.br/folhaes/colunas.asp?cID=16&nid=30820

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