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As hidrovias e o indigenismo

A Gazeta (São Paulo - SP)
Autor: Nilder Costa
02 de fev de 1998

O artigo defende que a paralização das obras das três principais hidrovias brasileiras (Paraguai-Paraná, Araguaia-Tocantins e Teles Pires-Tapajós) se deve à interesses alheios ao Estado Brasileiro. Isto porque, argumenta o autor, as ONGs envolvidas no processo de embargo da implantação saíram em defesa do meio-ambiente e das populações tradicionais e são financiadas por agências internacionais, o que as tornaria atentas aos benefícios de outros países em detrimento do nosso. Conta um pouco da história dos financiamentos internacionais, das ONGs e do indigenismo no Brasil e no México zapatista.

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