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16 de Nov de 2011
A posição estratégica da Amazônia na América do Sul transforma a floresta em um ponto de integração continental, merecedor de atenção especial por parte das Forças Armadas brasileiras.
Somando a floresta tropical e outras áreas, todo o território amazônico supera 7 milhões de km² e espalha-se por nove países, cada um com seus próprios interesses e mecanismos de defesa. Diferenças na legislação ambiental, por exemplo, tornam a proteção da floresta um desafio permanente para as instituições brasileiras. E a tendência, na avaliação do Exército Brasileiro, é da situação se tornar cada vez mais complexa, exigindo investimentos no desenvolvimento da região Norte.
Integração
Na opinião do general Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército na Amazônia, a integração sul-americana, que tem como motor político o Mercosul, geograficamente vai ocorrer em torno da Amazônia.
Na medida em que a estrutura de transporte e comunicação for ampliando, diz ele, a Amazônia passará a ser "o centro de gravidade desse processo de integração continental". "Manaus vai ter um papel importantíssimo no futuro como polo de difusão e de atração de toda essa dinâmica regional", completa Villas Bôas.
Para o militar, os projetos envolvendo a Amazônia têm de planejar o crescimento de forma integrada aos demais países. Pensar apenas na parte brasileira da floresta aumentará o desnível e os problemas entre as nações. "O rigor na legislação ambiental, por exemplo, tem que ser semelhante em todos os países amazônicos, para evitar que os criminosos cruzem as fronteiras buscando cometer delitos em áreas menos fiscalizadas", afirma o general
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