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Terra Indígena Alto Rio Negro - TI
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Panela (aakheepa) produzida por Vera Maria Hernandes durante o encontro de ceramistas Baniwa do rio Ayari, comunidade Santa Isabel, Terra Indígena Alto Rio Negro
Adicionado: 05 de Mai de 2020 | 0 visualizações
Medidas (AxL): 8 cm x 21 cm -
Vasilha com grafismo e verniz (mapoapi) produzida por Arcelia da Silva Lopes durante o encontro de ceramistas Baniwa do rio Ayari, comunidade Santa Isabel, Terra Indígena Alto Rio Negro
Adicionado: 05 de Mai de 2020 | 1 visualizações
Medidas (AxL): 6,5 cm x 7 cm -
Vasilha com grafismo e verniz (mapoapi) produzida por Arcelia da Silva Lopes durante o encontro de ceramistas Baniwa do rio Ayari, comunidade Santa Isabel, Terra Indígena Alto Rio Negro
Adicionado: 05 de Mai de 2020 | 1 visualizações
Medidas (AxL): 7 cm x 14 cm -
Prato de barro branco com verniz e sem grafismo (parato) produzido por Maria da Silva Cardoso durante o encontro de ceramistas Baniwa do rio Ayari, comunidade Santa Isabel, Terra Indígena Alto Rio Negro
Adicionado: 05 de Mai de 2020 | 0 visualizações
Medidas (AxL): 7 cm x 18 cm -
Prato de barro branco com verniz e sem grafismo (parato) produzido por Maria da Silva Cardoso durante o encontro de ceramistas Baniwa do rio Ayari, comunidade Santa Isabel, Terra Indígena Alto Rio Negro
Adicionado: 05 de Mai de 2020 | 1 visualizações
Medidas (AxL): 6,5 cm x 16 cm -
Prato de barro branco com verniz e sem grafismo (parato) produzido por Maria da Silva Cardoso durante o encontro de ceramistas Baniwa do rio Ayari, comunidade Santa Isabel, Terra Indígena Alto Rio Negro
Adicionado: 05 de Mai de 2020 | 0 visualizações
Medidas (AxL): 6,5 cm x 16 cm -
Prato de barro cinza com grafismos e verniz (parato) produzido por Ana Antônia durante o encontro de ceramistas Baniwa do rio Ayari, comunidade Santa Isabel, Terra Indígena Alto Rio Negro
Adicionado: 05 de Mai de 2020 | 1 visualizações
Medidas (AxL): 6,5 cm x 15,5 cm -
Prato de barro cinza com grafismos e verniz (parato) produzido por Ana Antônia durante o encontro de ceramistas Baniwa do rio Ayari, comunidade Santa Isabel, Terra Indígena Alto Rio Negro
Adicionado: 05 de Mai de 2020 | 0 visualizações
Medidas (AxL): 6,5 cm x 15,5 cm -
Vasilha para líquidos (mapoapi) produzida por Cleonice da Silva Lopes durante o encontro de ceramistas Baniwa do rio Ayari, comunidade Santa Isabel, Terra Indígena Alto Rio Negro
Adicionado: 05 de Mai de 2020 | 0 visualizações
Medidas (AxL): 8 cm x 15,5 cm -
Cerâmica produzida por Vitória Henrique Gonçalves durante o encontro de ceramistas Baniwa do rio Ayari, comunidade Santa Isabel, Terra Indígena Alto Rio Negro
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Açucareiro em forma de beribá (wiriwa) produzido por Genésia da Silva durante o encontro de ceramistas Baniwa do rio Ayari, comunidade Santa Isabel, Terra Indígena Alto Rio Negro
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Produção de cerâmica baniwa durante o I encontro de ceramistas da União das Mulheres Indígenas do Rio Ayari (UMIRA), realizado em São Joaquim do Ayari (AM)
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Produção de cerâmica baniwa durante o I encontro de ceramistas da União das Mulheres Indígenas do Rio Ayari (UMIRA), realizado em São Joaquim do Ayari (AM)
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Jovem desenhando o Kumurõ, o "banco tukano", uma das especialidades artesanais que formam a rede de trocas do noroeste amazônico. O banco é tradicionalmente produzido pelos homens Tukano e usado como instrumento cerimonial. Oficina de discuss…
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Jovem desenhando o Kumurõ, o "banco tukano", uma das especialidades artesanais que formam a rede de trocas do noroeste amazônico. O banco é tradicionalmente produzido pelos homens Tukano e usado como instrumento cerimonial. Oficina de discuss…
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Avelino Prado Néri, da comunidade Jabuti Cachoeira, imprimindo grafismos na superfície do Kumurõ, o "banco tukano", uma das especialidades artesanais que formam a rede de trocas do noroeste amazônico. O banco é tradicionalmente produzido pelos…
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Artesão imprimindo grafismos na superfície do Kumurõ, o "banco tukano", uma das especialidades artesanais que formam a rede de trocas do noroeste amazônico. O banco é tradicionalmente produzido pelos homens Tukano e usado como instrumento cerimonial…
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Artesão imprimindo grafismos na superfície do Kumurõ, o "banco tukano", uma das especialidades artesanais que formam a rede de trocas do noroeste amazônico. O banco é tradicionalmente produzido pelos homens Tukano e usado como instrumento cerimonial…
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Artesão imprimindo grafismos na superfície do Kumurõ, o "banco tukano", uma das especialidades artesanais que formam a rede de trocas do noroeste amazônico. O banco é tradicionalmente produzido pelos homens Tukano e usado como instrumento cerimonial…
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Artesão imprimindo grafismos na superfície do Kumurõ, o "banco tukano", uma das especialidades artesanais que formam a rede de trocas do noroeste amazônico. O banco é tradicionalmente produzido pelos homens Tukano e usado como instrumento cerimonial…
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Artesão imprimindo grafismos na superfície do Kumurõ, o "banco tukano", uma das especialidades artesanais que formam a rede de trocas do noroeste amazônico. O banco é tradicionalmente produzido pelos homens Tukano e usado como instrumento cerimonial…
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Isaac lavando o Kumurõ, o banco tukano. A água amolece o barro que, quando removido, revela o grafismo de cor negra sobre o fundo vermelho. O banco é uma das especialidades artesanais que formam a rede de trocas do noroeste amazônico, tradicionalmente…
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Bancos produzidos na oficina de discussão e produção do Kumurõ, o "banco tukano", uma das especialidades artesanais que formam a rede de trocas do noroeste amazônico. O banco é tradicionalmente produzido pelos homens Tukano e usado como instrumento…
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Artesãos da oficina de discussão e produção do Kumurõ, o "banco tukano", uma das especialidades artesanais que formam a rede de trocas do noroeste amazônico. O banco é tradicionalmente produzido pelos homens Tukano e usado como instrumento…
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Petróglifo na Escola Baniwa e Koripako Pamáali, rio Içana, Terra Indígena Alto Rio Negro (AM)
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Valêncio Macedo Baniwa e Jaime Fontes Baniwa durante monitoramento de ariranhas no igarapé Ttdziali no rio Içana, Terra Indígena Alto Rio Negro (AM)
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Ninho de abelha nativa sem ferrão do meliponário de Tunuí Cachoeira, rio Içana, Terra Indígena Alto Rio Negro (AM)
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Ninho de abelha nativa sem ferrão do meliponário de Tunuí Cachoeira, rio Içana, Terra Indígena Alto Rio Negro (AM)
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Petróglifos de Uapuí Cachoeira, Alto Rio Ayari, Terra Indígena Alto Rio Negro (AM)
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Maloca da comunidade Ucuqui Cachoeira, igarapé Uaranã, Alto Rio Ayari, Terra Indígena Alto Rio Negro (AM)
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Kowai, petróglifo de Uapuí Cachoeira, Alto Rio Ayari, Terra Indígena Alto Rio Negro (AM)
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Petróglifo de Uapuí Cachoeira, Alto Rio Ayari, Terra Indígena Alto Rio Negro (AM)
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Ariranha nas águas do rio Negro
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Casal de lontras observa curiosamente pesquisadores que percorrem o lago <em>Mawipiali</em>, no rio Içana
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Aldeia Roraima, Rio Içana. Para a celebração da Santa Ceia, os evangélicos das comunidades do Alto Rio Içana se encontram uma vez por mês, cada vez em uma comunidade, para festejar, jogar bola, comer, discutir problemas e rezar muito
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Panela produzida pela mestra Carolina Campos, ceramista baniwa moradora da comunidade Araripirá Cachoeira, durante I encontro de ceramistas da União das Mulheres Indígenas do Rio Ayari (UMIRA), realizado na comunidade São Joaquim do Ayari (TI…
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Peças de cerâmica produzidas durante I encontro de ceramistas da União das Mulheres Indígenas do Rio Ayari (UMIRA), realizado na comunidade São Joaquim do Ayari (TI Alto Rio Negro), em novembro de 2018
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Modelagem de argila durante I encontro de ceramistas da União das Mulheres Indígenas do Rio Ayari (UMIRA), realizado na comunidade São Joaquim do Ayari (TI Alto Rio Negro), em novembro de 2018
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Polimento de peça de cerâmica com semente de inajá durante I encontro de ceramistas da União das Mulheres Indígenas do Rio Ayari (UMIRA), realizado na comunidade São Joaquim do Ayari (TI Alto Rio Negro), em novembro de 2018
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Polimento de peça de cerâmica com semente de inajá durante I encontro de ceramistas da União das Mulheres Indígenas do Rio Ayari (UMIRA), realizado na comunidade São Joaquim do Ayari (TI Alto Rio Negro), em novembro de 2018
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Dona Maria de Lima, ceramista baniwa moradora da comunidade São Joaquim do Ayari (TI Alto Rio Negro), confecciona uma tijela de cerâmica durante I encontro de ceramistas da União das Mulheres Indígenas do Rio Ayari (UMIRA), realizado em novembro…
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Ermelina da Silva, ceramista baniwa da comunidade Inambú, modela peça durante I encontro de ceramistas da União das Mulheres Indígenas do Rio Ayari (UMIRA), realizado na comunidade São Joaquim do Ayari (TI Alto Rio Negro), em novembro de 2018…
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Dona Nazária Fontes, ceramista baniwa presidente da União das Mulheres Indígenas do Rio Ayari (UMIRA) e moradora da comunidade Ucuqui Cachoeira, ensina a jovem aprendiz padrões gráficos de pintura em cerâmica, durante I encontro de ceramistas…
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Regiane Andrade, ceramista baniwa da comunidade São Joaquim do Ayari (TI Alto Rio Negro), durante I encontro de ceramistas da União das Mulheres Indígenas do Rio Ayari (UMIRA), realizado em novembro de 2018
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Tigelas produzidas por Maria de Lima, ceramista baniwa moradora da comunidade São Joaquim do Ayari (TI Alto Rio Negro), durante I encontro de ceramistas da União das Mulheres Indígenas do Rio Ayari (UMIRA), realizado em novembro de 2018
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Peça produzida por Regiane Campos, durante I encontro de ceramistas da União das Mulheres Indígenas do Rio Ayari (UMIRA), realizado na comunidade São Joaquim do Ayari (TI Alto Rio Negro), em novembro de 2018
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Izaura Brazão da Silva, moradora da comunidade Santa Isabel, trança arumã durante oficina do Programa de Monitoramento Ambiental e Climático (PMAC) e I encontro de ceramistas da União das Mulheres Indígenas do Rio Ayari (UMIRA), na comunidade…
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Descansos de panela confeccionados por grupo de artesãos durante oficina do Programa de Monitoramento Ambiental e Climático (PMAC), realizada na comunidade São Joaquim do Ayari (TI Alto Rio Negro), em novembro de 2018
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Mário de Lima, morador da comunidade São Joaquim do Ayari (TI Alto Rio Negro), trança arumã durante oficina do Programa de Monitoramento Ambiental e Climático (PMAC) e I encontro de ceramistas da União das Mulheres Indígenas do Rio Ayari (…
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Arsênio de Lima, morador da comunidade São Joaquim do Ayari (TI Alto Rio Negro), mostra casca de <em>weraama</em> usada como fixador na pintura do arumã, durante oficina do Programa de Monitoramento Ambiental e Climático (PMAC) e I encontro…
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