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11 de Jan de 2012
O inicio da recuperação das áreas degradadas e a conservação da bacia hidrográfica do córrego Guariroba (fase II) estão garantidas com a aprovação e seleção do Orçamento Geral da União. Na primeira fase, a Prefeitura investiu R$ 800 mil e nesta etapa serão empregados R$ 1,1 milhão, sendo R$ 1 milhão oriundos da Agencia Nacional de Águas (ANA) e R$ 100 mil de contrapartida da Prefeitura de Campo Grande.
Segundo o prefeito Nelsinho Trad, os recursos são fundamentais para a preservação da qualidade e quantidade da captação de águas do Guariroba. "É importante frisar que a captação da estação de águas do Guariroba é responsável por 50% de água potável à população campo-grandense", destaca.
O prefeito Nelson Trad Filho reforça que a Prefeitura de Campo Grande, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur), está finalizando o projeto para ser encaminhado até o inicio de mês de fevereiro para efetivar a liberação dos recursos. "Os recursos serão aplicados na construção de terraço com objetivo de evitar possíveis assoreamentos nos córrego que formam a bacia do Guariroba", diz o prefeito.
Em 1995, a APA do Guariroba teve sua criação vinculada à necessidade de recuperação e conservação do principal sistema produtor de água bruta para abastecimento público de Campo Grande e inicialmente foi explorada pela Empresa de Saneamento do Estado de Mato Grosso do Sul (Sanesul), responsável pela construção do reservatório e pela implantação do sistema de captação e adução de água até a zona urbana, em 1985. Na Apa, atualmente, é a concessionária Águas Guariroba S.A. que efetua a captação de 4.433 m³/h destinados ao abastecimento público da Capital.
Meio Ambiente - A Área de Proteção Ambiental dos Mananciais do Córrego Guariroba, denominada também Apa do Guariroba, constitui uma das três Áreas de Proteção Ambiental situadas no município de Campo Grande, As outras áreas de proteção correspondem aos mananciais do Córrego Lajeado e do Córrego Ceroula.
Com área total de 36,19 hectares, o território da Apa é caracterizado essencialmente pela ocupação rural, com propriedades voltadas à pecuária extensiva. Atualmente, mais de 82% do território da Apa é ocupado por pastagens artificiais. A progressiva substituição da vegetação natural por pastos cultivados, associada a determinadas situações em que os manejos de gado e de solo não são compatíveis com a área, resultaram em grande impacto ambiental para a região.
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