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Marina Silva assina projetos ambientais

OESP, Geral, p.A12
04 de jun de 2004

Marina Silva assina projetos ambientais

TÂNIA MONTEIRO
BRASÍLIA - A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e o presidente Lula assinaram ontem, em comemoração à Semana Nacional do Meio Ambiente, decretos criando reservas extrativistas e florestas nacionais.
Também instituíram as comissões nacionais de Desenvolvimento Sustentável das Comunidades Tradicionais e do Programa de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Acidentes Ambientais com produtos químicos perigosos.
As reservas extrativistas são as de Capanã Grande (AM) e de Curupuru (MA).
As florestas são as do Cabedelo (PB) e do Piraí do Sul (PR).
Marina Silva também assinou um acordo com o governo da Amazônia para a implantação do programa de áreas protegidas do Estado e um termo de cooperação técnica com o Ministério do Desenvolvimento Agrário.
Na cerimônia, realizada no Palácio do Planalto, a ministra disse que o crescimento econômico deve estar relacionado à proteção dos recursos naturais. "No momento em que o Brasil começa a retomar o ritmo de crescimento econômico, proteger também quer dizer contribuir para que as atividades produtivas, especialmente na área de infra-estrutura, se instalem e se desenvolvam no ambiente de maneira sustentável", garantiu.
Mais cedo, na Conferência Internacional de Auditoria Ambiental, Marina afirmou que "sustentabilidade ética" é a expressão-chave para o desenvolvimento sustentável no Brasil e no mundo. Para ela, o importante é batalhar por um novo ciclo civilizatório em que a relação dos países desenvolvidos com os países em desenvolvimento leve ao respeito na utilização da biodiversidade.
Na cerimônia no Planalto, o representante da Organização das Nações Unidas (ONU), Carlos Lopes, leu mensagem do secretário-geral da entidade, Kofi Annan, enviada ao governo brasileiro. Segundo ele, o movimento ambiental já conta com importantes mecanismos de luta contra a destruição das matas, poluição das águas e extinção de espécies de animais. "São urgentes, então, ações regionais, nacionais e internacionais."(Colaborou Gilse Guedes)

OESP, 04/06/2004, p. A12

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