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24 de Abr de 2014
O assessor da Articulação dos Povos Indígenas, Paulino Montejo, criticou, há pouco, a PEC 215/00, que submete ao Congresso Nacional a decisão final sobre a criação de áreas indígenas e de conservação ambiental. Para ele, só há um objetivo, liberar os territórios indígena para exploração descontrolada dos recursos hídricos, minerais, e do agronegócio que avança sobre novas terras.
Audiência pública em conjunto com a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado para discutir os conflitos no campo e demarcações de terras indígenas.
Montejo, que participa de audiência na Comissão de Direitos Humanos, reclamou que as terras indígenas, bem como as dos quilombolas, são alvo de ataques sistemáticos e de uma ofensiva de grupos conservadores do Congresso Nacional.
Para Montejo, o Executivo também tem responsabilidade no aumento dos conflitos das terras indígenas. Ele citou o decreto que permite a ação das Forças Armadas na solução de conflitos em empreendimentos que estão sendo combatidos e questionados por movimentos sociais, aumentando a repressão sobre índios, sem-terras e quilombolas.
Na avaliação do assessor, o estado brasileiro está na contramão da história e indo contra a própria Constituição, que é exemplo para vários outros países latino-americanos na defesa dos interesses indígenas.
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