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Índios do Brasil e bahutos do Burundi

Jornal da Tarde (São Paulo - SP)
03 de ago de 1972

A palavra de ordem atualmente é "índio", acompanhada de "genocídio", que indica a direção da campanha. Logo que a palavra foi posta em circulação, a esquerda de todo o mundo, junto aos adeptos do "progressismo" festivo, ortodoxo e clerical e as organizações engajadas, começaram a emitir defesas de índios brasileiros, vítimas de uma guerra desencadeada pelo governo. Neste contexto, integrantes da Anti-Slavery Society chegaram ao país para verificar as condições de vida dos índios brasileiros. O autor admite que o genocídio vivido por essas populações é imaginário.

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