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11 de Nov de 2013
A falta de uma "casa de passagem" para acolher os índios que vão até Guarapuava, município do Centro-Sul do Paraná, vender artesanato foi tema de uma reunião realizada na cidade, na última terça-feira (6/11). Uma das propostas analisadas é a utilização de um centro de formação, pertencente à Igreja Católica, para receber os indígenas, já que a construção de uma unidade específica demandaria tempo.
A dificuldade para a utilização do espaço existente é a distância em relação ao centro da cidade, onde normalmente os índios vendem seus produtos. Para resolver esse problema, foi sugerido que os índios tenham passe livre no sistema de transporte de Guarapuava. Ao final da reunião, ficou acertado que a possibilidade de oferecer transporte gratuito aos índios será analisada e, se a questão for superada, outra reunião será marcada, agora com a presença dos responsáveis pelo centro de formação que poderia receber os índios.
A reunião contou com a participação do promotor de Justiça Régis Rogério Vicente Sartori, do CAOP de Direitos Humanos, de Ana Beatriz Paraná Mariano, assessora da Área das Comunidades Indígenas do CAOPDH do MP-PR; da promotora de Justiça Caroline Chiamulera, que atua na comarca de Guarapuava; de Urbano Guzzo, representante da Funai no município; de Fábio Farés Deckel, procurador-geral do município de Guarapuava e do secretário de Habitação e Urbanismo do município, Flávio Alexandre, além de representantes da Aldeia Manoel Ribas e do Núcleo Regional de Educação, entre outros órgãos.
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