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14 de Mar de 2010
MANAUS - Indígenas aldeados que vivem em oito comunidades da área rural de Manaus começam a ser imunizados, nesta segunda-feira (15), contra o vírus H1N1. A estimativa é de que a ação, que será realizada pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) em parceria com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), resulte na imunização de 660 indígenas.
O titular da Semsa, Francisco Deodato, salientou que o trabalho faz parte da estratégia nacional definida pelo Ministério da Saúde (MS) para o enfrentamento da pandemia de Influenza A.
Os grupos prioritários são: trabalhadores da saúde e indígenas aldeados; gestantes; população com doenças crônicas; crianças de 6 meses a menores de dois anos; população na faixa etária de 20 a 29 anos; idosos (acima de 60 anos) com doenças crônicas; e população entre 30 e 39 anos.
Foi elaborado um calendário, com datas específicas de vacinação para cada um desses grupos prioritários, com conclusão prevista para 21 de maio.
No caso dos indígenas, o Ministério da Saúde priorizou a imunização das populações aldeadas. Nesse grupo, a imunização será feita em crianças a partir dos seis meses, jovens, adultos e idosos.
Já a imunização dos indígenas não-aldeados obedecerá aos critérios definidos para os demais grupos populacionais prioritários, como é o caso das gestantes e portadores de doença crônica.
H1N1
O secretário Francisco Deodato explicou que a vacinação dos indígenas aldeados da área rural de Manaus englobará as comunidades Sete Aldeias, Três Unidos, Boa Esperança, Nova Esperança, Terra Preta, Novo Canaã, Barreirinha e São Tomé.
O Ministério da Saúde (MS) definiu oito grupos populacionais prioritários como público-alvo da estratégia de imunização contra a gripe pandêmica, que começou no último dia 08. O órgão alerta ainda que a vacina contra o H1N1 é contra-indicada a quem tem alergia a ovo. (JK)
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