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Urna eletrônica já chegou até nas aldeias indígenas do Amazonas

D24 AM - http://www.d24am.com
13 de Ago de 2010

Processo eleitoral brasileiro hoje é evidencia no mundo, diz diretor de Técnologia da Informação do Tribunal Superior Eleitoral.

Manaus - A identificação biométrica do eleitor é sem dúvida mais uma dessas evidências do compromisso e da melhoria contínua do processo eleitoral. A dedução é do Secretário de Tecnologia da Informação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Giuseppe Janino, que ministrou a palestra "Segurança do Processo Eleitoral".

De acordo com o secretário, a tecnologia permite que o eleitor, na sessão eleitoral se identifique por meio das suas digitais. Antes era o mesário que liberava a urna para ele votar. Agora isso é feito através da análise das minúcias das suas digitais.

"Isso elimina totalmente a possibilidade de uma pessoa se passar por outra na sessão eleitoral", disse Janino.

O TSE informatizou o processo eleitoral brasileiro a partir de 1996. Em 2000 o país já tinha 100% das sessões eleitorais totalmente automatizadas.

"Hoje nós temos mais de 400 mil sessões eleitorais, todas totalmente automatizadas. Nós eliminamos a intervenção humana com o objetivo de dar celeridade e maior transparência para o processo eleitoral, e principalmente segurança, implementando efetivamente os mecanismos de tecnologia".

Giuseppe disse ainda que o processo eleitoral brasileiro hoje é evidencias no mundo. O TSE já recebeu mais de 50 delegações de países estrangeiros para conhecer a nossa solução. Pelo fato do País ter a maior eleição informatizada do planeta.

Desde de 2000, 100% das sessões eleitorais estão informatizadas, e essa é uma característica única da Justiça Eleitoral brasileira, pelo fato de que, desde de 2000, todas as sessões eleitorais estão equipadas com urna eletrônica .

As eletrônicas já chegaram até mesmo nas aldeias indígenas. Segundo o diretor de T.I. do TSE, no Norte do país mais mais de 400 aldeias indígenas receberam as urnas eletrônicas para exercitar o voto.

"Com isso nós exercitamos um contraste muito interessante. Aonde há menos recursos é onde investimos mais tecnologias. Por exemplo, o indígena vota na urna eletrônica que funciona à bateria onde sequer há energia elétrica. E imediatamente aquele resultado passa por uma licitação de trabalho, que também funciona com bateria e que faz a transmissão dos resultados via satélite. Onde há menos recursos é onde existe mais tecnologias", reforça o diretor do TSE.

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