OESP, Economia, p. B8
15 de Nov de 2009
Um novo modelo para o setor
Renée Pereira
Altamira
Distantes dos centros urbanos, as novas hidrelétricas previstas para o Brasil nos próximos anos exigirão cada vez mais linhas de transmissão de longo percurso, a exemplo da Hidrelétrica de Itaipu. No caso, de Belo Monte, a energia será escoada pelo Linhão de Tucuruí.
"Mas precisará de reforços", afirma o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim. Ele destaca que ainda não foi definido de que forma será esse reforço, se as linhas serão de corrente contínua ou corrente alternada.
Na avaliação do presidente da Associação Brasileira dos Grandes Transmissores de Energia (Abrate), José Cláudio Cardoso, ter linhas de longa distância não significa estar mais vulnerável a curtos circuitos, como ocorreu no apagão que atingiu o Brasil semana passada. Segundo ele, esse tipo de acidente pode ser provocado por uma série de fatores e pode ocorrer em qualquer linha de transmissão.
OESP, 15/11/2009, Economia, p. B8
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