A Crítica - http://acritica.uol.com.br/
25 de Mar de 2014
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) lançou um novo serviço chamado Centro de Informação em Saúde Silvestre (CISS). Trata-se de um espaço virtual de construção contínua a serviço da consolidação do conhecimento, ações e políticas que, em conjunto, podem fortalecer a conservação da biodiversidade brasileira, a melhoria da saúde humana e de todas as espécies, além de apresentar boas práticas para o desenvolvimento sustentável.
O centro tem como objetivos coordenar o Sistema de Informação em Saúde Silvestre, contribuindo com informação antecipada da ocorrência da circulação de doenças em animais silvestres antes que acometam humanos; construir, com a contribuição de especialistas e da sociedade, a consolidação, a divulgação e a disponibilização do conhecimento existente em diversas áreas, que relacionam a saúde silvestre à humana.
Visa, também, promover a participação e a integração de especialistas, setores governamentais e privados e da sociedade na coleta de informações, análise de resultados e aplicação de boas práticas em biodiversidade e saúde, por meio da Rede de Laboratórios em Saúde Silvestre e da Rede Participativa em Saúde Silvestre; fortalecer o estímulo e o apoio à pesquisa e inovação tecnológica, especialmente as que tratam das relações ecológicas complexas entre hospedeiros, parasitas e ecossistemas, mudanças ambientais e climáticas, do desenvolvimento de modelos de alerta e previsão de oportunidades ecológicas para emergência de doenças e das áreas com lacunas de conhecimento.
O projeto pretende, inclusive, estimular e apoiar o fortalecimento da capacidade instalada no Brasil para o diagnóstico em saúde silvestre; e ampliar o entendimento de tomadores de decisão e da sociedade sobre a importância e os riscos da perda da biodiversidade sobre a saúde. Espera-se, dessa forma, que o CISS contribua com o sistema nacional de vigilância em saúde e com os planos de ação de espécies, unidades e áreas prioritárias de conservação, de modo a avançar na implantação de novas práticas para o desenvolvimento sustentável que garantam a saúde humana, da fauna e da flora brasileira.
Ozônio
O Ministério do Meio Ambiente também anunciou que novas medidas de proteção da camada de ozônio entrarão em nova etapa. Já está em construção a segunda etapa do Programa Brasileiro de Eliminação dos Hidroclorofluorcarbonos (HCFCs), substâncias nocivas à concentração de gases que protegem o planeta dos raios ultravioletas.
Todos os setores produtivos e comerciais envolvidos com a questão foram chamados. Atualmente, os HCFCs são usados em segmentos como a manufatura de equipamentos de refrigeração e ar condicionado e a produção de espumas para cadeiras e colchões.
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