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03 de Jul de 2009
A situação da malária nas comunidades indígenas, em especial na Amazônia Legal, vai ser analisada durante o II Encontro Macrorregional de Avaliação da Malária em Populações Indígenas, organizado pelo Departamento de Saúde Indígena (Desai) da Funasa, que terá início em Belém, na segunda-feira (6). No evento, serão enfocadas as ações de controle desenvolvidas junto aos povos indígenas O simpósio é voltado para os gerentes técnicos de malária dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dseis) que operam na região.
Segundo o diretor do Desai, Wanderley Guenka, visando reduzir os índices estatístico, a Funasa adquiriu um kit de teste rápido para detectar a doença, agilizando o diagnóstico e o seu tratamento precoce. "Além disso, o Desai comprou vários microscópios e está capacitando profissionais de saúde para atuar nas áreas indígenas", acentuou.
Guenka disse, ainda, que o encontro é um marco no sentido de identificação e socialização das experiências de cada um dos Distritos E acrescentou: "Os debates permitirão a integração entre os Dseis na busca de estratégias para o enfrentamento dos problemas gerados pela malária e inclusão de estratégias nas variadas realidades epidemiológicas, contribuindo para uma melhor organização dos serviços e maior efetividade das ações de controle da malária nas terras indígenas".
Outros temas do encontro serão a alocação de novos recursos para as ações de campo, a identificação experiências exitosas, a padronização de serviços na busca da excelência em saúde pública, a capacitação no manuseio dos testes rápidos para diagnóstico de malária e na acessibilidade dos sistemas de informações para malária Sivep Malária, Sivep Vetores, SIES/SVS/MS e o SIASI/FUNASA/MS.
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