Campo Grande News-Campo Grande-MS
Autor: Marina Mirada
06 de Abr de 2006
Os servidores da Funai (Fundação Nacional do Índio) de Mato Grosso do Sul estão de braços cruzados desde segunda-feira, dia 3 de abril. A categoria quer que o governo federal cumpra o acordo firmado ano passado para implantar o PCC (Plano de Cargos e Carreiras). "O governo assumiu compromisso de que chegaríamos a um acordo em janeiro, a gente cobrou, mas ele não deu muita bola e já estamos em abril", informou o presidente do sindicato que representa a categoria, Wanderley Galeano Vicente.
Segundo ele, apenas os trabalhos nas aldeias estão sendo mantidos. A parte administrativa e serviços, como a expedição de identidades e certidões de nascimento, estão suspensos.
Na terça-feira, dia 4, a categoria entregou uma contraproposta ao governo federal sugerindo o adiantamento do PCC - através do pagamento de uma gratificação retroativa a fevereiro. "Eles pagam a gratificação agora e tem até agosto para articular a implantação do plano", explicou Galeano.
Além do PCC, o grupo pede a reestruturação do órgão e admissão de mais funcionários.
Na próxima semana, os servidores da Funai devem fazer um ato em Brasília e uma assembléia para analisar o movimento de greve. Conforme Galeano, o movimento aqui atinge quase 100% dos trabalhadores e em âmbito nacional vai de 80% a 90%. A greve no Estado começou quase 20 dias depois de Brasília. Ao todo 140 servidores trabalham no órgão em Mato Grosso do Sul.
As notícias aqui publicadas são pesquisadas diariamente em diferentes fontes e transcritas tal qual apresentadas em seu canal de origem. O Instituto Socioambiental não se responsabiliza pelas opiniões ou erros publicados nestes textos. Caso você encontre alguma inconsistência nas notícias, por favor, entre em contato diretamente com a fonte.