ICMBio - http://www.icmbio.gov.br/
Autor: João Freire
04 de Nov de 2015
ICMBio trabalha o tema nas unidades de uso sustentável
Começou nesta terça-feira (3), o VII Seminário Brasileiro sobre Áreas Protegidas e Inclusão Social - SAPIS e II Encontro Latino Americano sobre Áreas Protegidas e Inclusão Social - ELAPIS, realizados pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Na pauta do evento, o debate sobre a necessidade de conciliar a proteção da natureza com a inclusão social, promovendo um modo de vida sustentável.
Para os organizadores do Seminário, a inclusão social é "o ponto de partida para as estratégias de gestão de áreas protegidas no país, no que tange às parcerias, ao compartilhamento de responsabilidades e à distribuição justa e equitativa dos benefícios gerados pela proteção da natureza".
O secretário geral da Convenção sobre Diversidade Biológica - CDB/ONU, Bráulio Dias enviou uma mensagem em vídeo para a conferência de abertura do Sapis: Avanços, desafios e potencialidades das áreas protegidas e dos territórios tradicionais na conservação da diversidade biológica e sociocultural. "Mais esforços são necessários para aumentar a conscientização sobre a interdependência entre áreas protegidas bem-sucedidas e a participação de povos indígenas e populações tradicionais", destacou.
"Temos que ampliar a sensibilização das agências nacionais de áreas protegidas, dos governos e da sociedade civil sobre a importância da inclusão social como instrumento para aperfeiçoar a conservação da biodiversidade", concluiu Dias.
A reitora da UFSC, Roselane Neckel, agradeceu a oportunidade de sediar o evento e propos que o debate socioambiental tenha maior alcance. "Eu penso que é muito importante que os temas aqui discutidos também cheguem a formação de nossas crianças e de nossos jovens. É um desafio no presente que temos para o futuro que queremos", pontuou a reitora.
O coordenador regional do ICMBio em Santa Catarina, Daniel Penteado, participou da mesa de abertura do Sapis. "Às vezes é complicado, mas precisamos avançar no debate sobre a conservação da biodiversidade aliada à inclusão social. É necessário que a sociedade participe de forma mais ativa nas unidades de conservação, seja parceira do ICMBio", afirmou
Missão do ICMBio
O ICMBio apoiou a organização do evento e onze servidores da autarquia tiveram trabalhos aprovados no Seminário, sobre temas diversos, como: Metas de Aichi, mudanças climáticas, pesca artesanal e gestão participativa, por exemplo. E o stand institucional serviu como espaço para interação entre os participantes do Sapis e os servidores do ICMBio.
"Entendemos que é fundamental esta interação com os pesquisadores, com outras organizações e com as comunidades locais para podermos refletir e aprimorar nossas políticas e diretrizes", explicou o presidente do ICMBio, Cláudio Maretti.
A missão do ICMBio é proteger o patrimônio natural e promover o desenvolvimento socioambiental. A Diretoria de Ações Socioambientais e Consolidação Territorial em Unidades de Conservação (Disat/ICMBio) é a responsável por aliar a conservação da biodiversidade ao desenvolvimento socioambiental. Em parceria com a sociedade, a Disat busca implantar, planejar e executar ações de gestão para as áreas protegidas administradas pelo ICMBio.
http://www.icmbio.gov.br/portal/comunicacao/noticias/4-destaques/7200-s…
As notícias aqui publicadas são pesquisadas diariamente em diferentes fontes e transcritas tal qual apresentadas em seu canal de origem. O Instituto Socioambiental não se responsabiliza pelas opiniões ou erros publicados nestes textos. Caso você encontre alguma inconsistência nas notícias, por favor, entre em contato diretamente com a fonte.