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Autor: Ana Miranda
27 de Mai de 2010
A recomposição da Reserva Legal, a mudança do paradigma de preservação da Amazônia, o combate à ilegalidade e gestão florestal sustentável foram temas debatidos no I Congresso Nacional "Florestas para a Amazônia", que ocorreu nesta quinta-feira, 27, no auditório da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
O evento é promovido pelo Instituto Brasileiro de Educação e Preservação Ambiental (Ibepa) e teve a participação do secretário adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Cláudio Cunha.
Cláudio explicou aos participantes as mudanças do meio ambiente advindas com o Decreto 2099. "Com este decreto, proporcionamos maneiras de trazer para a legalidade os ilegais, já que o consumidor percebe que não é mais vantagem comprar madeira sem certificado, pois os preços se equivalem", disse.
O secretário adjunto lembrou que a exploração madeireira está relacionada ao crescimento econômico, por isso a Sema criou uma política de ordenamento e controle do setor, que beneficia o madeireiro, o consumidor e o meio ambiente. "Em apenas seis meses, a Sema liberou 111 planos de manejo, 4.200.000 metros cúbicos em madeira. Com isso, o mercado teve um produto certificado e de qualidade".
Durante o evento, falou-se do programa "Pará Mais Verde", empreendido pelo Ibepa há oito anos, que reconstrói a floresta por meio de doações de mudas florestais nativas a pequenos produtores rurais do Estado. Com isso, o Ibepa irá doar 100 mil mudas ao Estado, que contribuirão com o programa "1 Bilhão de Árvores para a Amazônia".
O presidente do Ibepa, Manoel Machado Amazônia, acredita que o evento proporcionará uma conscientização ambiental nos participantes. "Temos que incentivar os gestores a adotarem a metodologia de doação de mudas aos pequenos produtores, para que esses possam consorciar com espécies frutíferas e assim ajudar o meio ambiente, sem deixar de lado a própria sobrevivência".
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