Folha de Boa Vista-Boa Vista-RR
Autor: ALEXSANDRA SAMPAIO
11 de Jul de 2005
Dentro de três meses serão concluídas as obras do 1o Centro de Nutrição Indígena do País. O prédio que está sendo construído no mesmo terreno da Casa de Saúde do Índio (Casai) terá uma área de 1,3 mil metros quadrados e os recursos da ordem de R$ 1,4 milhão que são da Fundação Nacional de Saúde (Funasa).
Segundo o coordenador da Funasa em Roraima, Ramiro Teixeira, a construção visa atender a uma demanda existente há 10 anos e que precisava se adequar aos padrões técnicos recomendados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
"A Fundação, preocupada em dar uma assistência cada vez melhor às comunidades indígenas, partiu para a captação dos recursos para a construção do Centro que vai atender uma demanda de 1,2 mil refeições por dia", afirmou o coordenador.
O projeto do Centro prevê a construção de refeitórios para pacientes e servidores, salas de preparos de alimentos, câmaras frigoríficas para verduras e legumes, frangos e peixes. No mesmo projeto do Centro de Nutrição está incluída a construção e aquisição de máquinas para uma lavanderia.
Segundo ele, o próximo passo para melhoria da estrutura da Casa do Índio será dado esta semana em Brasília quando serão negociados recursos para a construção de mais nove enfermarias, uma sala de serviço social, centro de triagem e passarelas ligando os blocos da Casa.
O coordenador explica que hoje a Casa de Apoio funciona como uma unidade mista de saúde e apoio aos indígenas, mas que no primeiro momento não foi construído com essa finalidade e por isso a necessidade dessas adequações.
"Pela peculiaridade do Estado e a dificuldade no atendimento na rede pública de saúde, a Casa acabou se transformando em uma unidade mista atendendo casos de média complexidade. Quando eles (índios) precisam de tratamento intensivo, são transferidos para a rede SUS", informou.
Segundo ele, a Casa funciona atualmente com uma média de 250 índios internados. Para isso, conta com equipe de médicos composta por cardiologistas, clínicos, odontólogos e pediatras. Além do atendimento médico, a Casa oferece ainda terapia ocupacional através de trabalhos artesanais e de cultivo de horta que conta com a parceria da Universidade Federal de Roraima (UFRR).
Roraima terá o 1o Centro de Nutrição Indígena do País
ALEXSANDRA SAMPAIO
Dentro de três meses serão concluídas as obras do 1o Centro de Nutrição Indígena do País. O prédio que está sendo construído no mesmo terreno da Casa de Saúde do Índio (Casai) terá uma área de 1,3 mil metros quadrados e os recursos da ordem de R$ 1,4 milhão que são da Fundação Nacional de Saúde (Funasa).
Segundo o coordenador da Funasa em Roraima, Ramiro Teixeira, a construção visa atender a uma demanda existente há 10 anos e que precisava se adequar aos padrões técnicos recomendados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
"A Fundação, preocupada em dar uma assistência cada vez melhor às comunidades indígenas, partiu para a captação dos recursos para a construção do Centro que vai atender uma demanda de 1,2 mil refeições por dia", afirmou o coordenador.
O projeto do Centro prevê a construção de refeitórios para pacientes e servidores, salas de preparos de alimentos, câmaras frigoríficas para verduras e legumes, frangos e peixes. No mesmo projeto do Centro de Nutrição está incluída a construção e aquisição de máquinas para uma lavanderia.
Segundo ele, o próximo passo para melhoria da estrutura da Casa do Índio será dado esta semana em Brasília quando serão negociados recursos para a construção de mais nove enfermarias, uma sala de serviço social, centro de triagem e passarelas ligando os blocos da Casa.
O coordenador explica que hoje a Casa de Apoio funciona como uma unidade mista de saúde e apoio aos indígenas, mas que no primeiro momento não foi construído com essa finalidade e por isso a necessidade dessas adequações.
"Pela peculiaridade do Estado e a dificuldade no atendimento na rede pública de saúde, a Casa acabou se transformando em uma unidade mista atendendo casos de média complexidade. Quando eles (índios) precisam de tratamento intensivo, são transferidos para a rede SUS", informou.
Segundo ele, a Casa funciona atualmente com uma média de 250 índios internados. Para isso, conta com equipe de médicos composta por cardiologistas, clínicos, odontólogos e pediatras. Além do atendimento médico, a Casa oferece ainda terapia ocupacional através de trabalhos artesanais e de cultivo de horta que conta com a parceria da Universidade Federal de Roraima (UFRR).
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