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Relatório da ONU não tem novidade, afirma ministro

Folha de Boa Vista-Boa Vista-RR
01 de Abr de 2005

A respeito do relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), o ministro ( * )disse não ter visto nenhuma novidade. Ele admitiu que a justiça brasileira é lenta e que as populações mais pobres à ela não têm acesso.
Segundo o relatório, o principal problema no Brasil é a falta de acesso da população marginalizada à Justiça. O documento cita também a morosidade e uma certa tendência ao nepotismo.
A crítica quanto ao reduzido número de magistradas é vista como parte de um processo que só agora caminha para o equilíbrio. Ocorre que somente na última década aumentou o número de mulheres freqüentando cursos de direito e fazendo concursos para a magistratura.
O ministro avalia que a ONU foi criada para cuidar da paz mundial e o Brasil tem compromissos com o resto mundo. "A paz não se alcança sem desenvolvimento, sem o enfrentamento da pobreza, sem o desenvolvimento intelectual dos povos. A presença de um representante da Organização das Nações Unidas antes de causar surpresa ou espanto deve ser motivo de orgulho no sentido de que, através da ONU, outros países estão interessados no nosso desenvolvimento".

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