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Proposta de CPI na Funai gera represália

O Estado de S. Paulo (São Paulo - SP)
18 de mar de 1976

O secretário executivo do Cimi, padre Antonio Iasi, foi proibido de entrar no Departamento Geral do Patrimônio Indígena devido a iniciativa da entidade de propor a parlamentares a constituição de uma CPI para apurar as irregularidades que vêm sendo cometidas pela Funai, e que envolvem diretamente o mesmo departamento. O presidente da Funai, general Ismarth de Araujo Oliveira, deu razão às afirmações do padre sobre a ocorrência de deturpações no passado da Funai, mas classificou a iniciativa da CPI como um extremismo.

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