Agência Câmara
21 de Jan de 2004
Está em tramitação na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público o Projeto de Lei 1207/03, do deputado Eduardo Paes (PSDB-RJ), que municipaliza a gestão do Parque Nacional da Tijuca, localizado no Rio de Janeiro.
O autor do projeto enfatiza a importância da Floresta da Tijuca, que integra o parque - uma das mais antigas Unidades de Conservação do País, que vem sendo oficialmente protegida desde 1861.
O parque tem apenas 3.200 hectares e está situado exatamente no centro da cidade do Rio de Janeiro, dividindo-a em Zona Norte e Zona Sul. "Por sua localização, o parque é uma opção inigualável para o lazer dos habitantes da Cidade do Rio de Janeiro.
Essa localização particular, no centro de um núcleo urbano com milhões de habitantes, confere ao parque um inegável caráter de área de interesse local, da municipalidade, que não existe em nenhum outro dos parques nacionais brasileiros", afirma o deputado.
HISTÓRICO DO PARQUE
Primitivamente, todo o parque era formado por uma densa cobertura florestal do tipo de mata tropical pluvial. A floresta foi quase que inteiramente substituída, em razão da retirada de madeira de construção para a cidade do Rio de Janeiro; lenha e carvão para consumo de numerosos engenhos de cana-de-açúcar, olarias e fins domésticos; e da expansão da lavoura cafeeira em quase todas as áreas. Em seguida, foram plantadas milhares de mudas de árvores trazidas das áreas vizinhas (Pedra Branca, Guaratiba, etc). A partir do século XIX, a natureza veio aos poucos retomando a área e, hoje, o parque é quase totalmente florestal, com uma flora rica e diversificada.
São comumente encontradas cobras como caninanas, corais, jararacas, jararacuçus; lagartos como calangos, iguanas, teiús; aves como saíras, rendeiras, tangarás, arapongas, beija-flores, juritis, gaviões, urubus, urus, jacupembas, inhambus-chintã; mamíferos como sagüis, macacos-prego, cachorros-do-mato, qüatis, guax
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