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Parques de Goiás: Rappam

DM - http://www.dm.com.br
Autor: Jacqueline Vieira
11 de Ago de 2014

As unidades de conservação goianas são espaços reservados à proteção da biodiversidade e à pesquisa científica, mas também são áreas que devem estar ao alcance da população, para o lazer e a contemplação. Mais do que cercar grandes extensões de terra e impedir o desmatamento e as queimadas, cuidar de um parque florestal exige plano de manejo e investimentos financeiros e humanos. O WWF-Brasil (Fundo para a Vida Selvagem no Planeta) apresenta em Goiás a Avaliação Rápida e Priorização da Gestão de Unidades de Conservação (Rappam) em unidades estaduais. O trabalho traz os resultados da metodologia para avaliação de dez unidades de conservação, sendo oito Parques Estaduais (PES) e duas Áreas de Proteção Ambiental (APA).

As unidades de conservação goianas, assim como em todo o país, enfrentam problemas como incêndios, obras de infraestrutura às suas margens, invasão por espécies exóticas, descarte de resíduos, caça e coleta de produtos não madeireiros. Goiás é o estado com maior área de Cerrado no Brasil, e o Rappam apresenta um painel dos principais desafios na gestão dos parques e áreas de proteção ambiental. A avaliação traz importantes informações sobre a importância biológica e socioeconômica dessas unidades de conservação, os riscos e tensões que as afetam e o nível de vulnerabilidade. A reflexão sobre as fragilidades e potencialidades de cada elemento de avaliação deve servir de base para o planejamento de estratégias com foco na melhoria de sua gestão. Unidades de conservação bem estruturadas podem trazer enormes benefícios sociais, ambientais e econômicos para os municípios envolvidos e para a sociedade em geral.

http://www.dm.com.br/texto/187094-parques-de-goias-rappam

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