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Missão da Funai e da Polícia Ambiental ainda não encontrou homem desaparecido na reserva estadual de Guajará-Mirim

Rondoniagora-Porto Velho-RO
30 de mai de 2003

A missão formada por fiscais da Funai e da Polícia Ambiental ainda não retornou a Porto Velho com notícias sobre o homem que desapareceu após a chacina de um guarda florestal e seu auxiliar, no interior da reserva indígena estadual de Guajará-Mirim, há duas semanas. De acordo com informações da Funai, em Rondônia, o grupo deve estar em Porto Velho na segunda-feira, até porque a ordem de serviço e a alimentação levadas são dão para o final de semana. A administração da Funai em Rondônia espera a volta do grupo para ter informações mais detalhadas de uma possível milícia formada por aproximadamente 60 jagunços que invadiram a reserva dos índios Karipunas e apontados como os principais suspeitos pela chacina ocorrida dentro da reserva. Já há especulações de que a milícia não estaria interessada em madeiras ou terras da reserva indígena, mas sim em manter um posto avançado do tráfico de drogas na região. A reserva que foi invadida fica na divisa do distrito de Jacy-Paraná e o município de Guajará-Mirim, um dos principais corredores do tráfico de drogas do Estado.

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