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Ministério Público dá prazo para Funasa explicar descaso

Dourados Agora-Dourados-MS
Autor: CÉSAR CORDEIRO
28 de Out de 2005

Indígena mostra água suja que população bebe nas aldeias de Douraods.

Desesperada com a escassez de água tratada na Aldeia
Jaguapiru, a indígena guarani Edir de Souza, de posse de uma
embalagem plástica contendo amostras de uma água suja de poço que as
famílias estavam consumindo, procurou a reportagem de O PROGRESSO e
Rede Internacional de Televisão (RIT). Ela apresentou denúncia ao
Ministério Público Federal, sobre o descaso da Funasa com relação ao
abastecimento de água potável nas casas da aldeia.

Uma matéria publicada ontem em O PROGRESSO enfoca o drama de Edir e
de mais dez famílias indígenas, que há quase duas semanas estavam
sem água, apesar dos canos instalados. Diante do problema o
Ministério Público Federal notificou a Funasa, dando um prazo de dez
dias para que o órgão apresente explicações.

Através do ofício 428/2005, datado em 25 de outubro de 2005, e
enviado a chefe do Pólo Indígena da Funasa em Dourados, Maristela
Farias, o Procurador da República Charles Stevan da Mota Pessoa
estabelece um prazo de dez dias para que sejam apresentadas as
seguintes explicações, que serão inseridas em um procedimento
administrativo cível, aberto pela Procuradoria que questiona se
houve interrupção do fornecimento de água potável à comunidade
indígena da aldeia Jaguapiru.

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