Brasil Norte-Boa Vista-RR
20 de Fev de 2004
Entre os pontos destacados estão o desafio para regularizar os 30% de terras indígenas ainda não regulamentadas
O presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Mércio Pereira Gomes, participou na manhã de quarta-feira (18) da reunião do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, no Ministério da Justiça. Juntamente com a subprocuradora geral da República, Ela Wiecko Volkmer de Castilho, Mércio debateu sobre "Violações de direitos humanos perpetrados contra povos indígenas".
Na ocasião, foi feita uma exposição ampla sobre os desafios e problemas imediatos das comunidades indígenas em todo País. Entre os pontos destacados pelo presidente da Funai constaram a poluição nas cabeceiras dos rios que abastecem o Parque Nacional do Xingu e o desafio para regularizar os 30% de terras indígenas ainda não regulamentadas. Mércio também apontou polêmicas como a discussão sobre a mineração em reservas e o manejo florestal, assuntos em fase de discussão pelo Conselho Indigenista.
Recuperação demográfica
O antropólogo lembrou que o Brasil também tem motivos para se orgulhar, especialmente no que se refere à recuperação demográfica dos índios, que praticamente triplicaram a população desde a década de 50.
Para encerrar os trabalhos, os conselheiros debateram casos envolvendo indígenas que estão no Sistema Interamericano de Direitos Humanos.
O presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Mércio Pereira Gomes, participou na manhã de quarta-feira (18) da reunião do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, no Ministério da Justiça. Juntamente com a subprocuradora geral da República, Ela Wiecko Volkmer de Castilho, Mércio debateu sobre "Violações de direitos humanos perpetrados contra povos indígenas".
Na ocasião, foi feita uma exposição ampla sobre os desafios e problemas imediatos das comunidades indígenas em todo País.
Entre os pontos destacados pelo presidente da Funai constaram a poluição nas cabeceiras dos rios que abastecem o Parque Nacional do Xingu e o desafio para regularizar os 30% de terras indígenas ainda não regulamentadas.
Mércio também apontou polêmicas como a discussão sobre a mineração em reservas e o manejo florestal, assuntos em fase de discussão pelo Conselho Indigenista. O antropólogo lembrou que o Brasil também tem motivos para se orgulhar, especialmente no que se refere à recuperação demográfica dos índios, que praticamente triplicaram a população desde a década de 50.
Para encerrar os trabalhos, os conselheiros debateram casos envolvendo indígenas que estão no Sistema Interamericano de Direitos Humanos.
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