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Mandante de matança de ticunas pode ficar impune, teme promotor

A Crítica (Manaus-AM)
27 de Abr de 1995

Com a transferência da competência para julgar o processo, que apura o massacre dos índios Ticuna, da Justiça Pública estadual para a Justiça Federal se deu a partir do momento em que o STF classificou o crime como genocídio, e assim, o julgamento que estava marcado foi cancelado e não tem data marcada para acontecer. É por essa demora no julgamento que o promotor público, João Bosco Sá Valente, teme que o principal acusado, o fazendeiro Oscar Castelo Branco apontado como mandante, acabe ficando impune. O fazendeiro tem quase 80 anos, e por isso poderia não cumprir pena.

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