Jornal do Commercio
09 de Mai de 1992
A partir da perspectiva do coordenador da Embaixada dos Povos da Floresta, Ailton Krenak, a participação das comunidades indígenas brasileiras na Rio-92 pode ser comprometida pela ausência de um projeto coeso e organizado de unificação simbólica das instâncias participantes, sendo elas a aldeia Kari-Oca, o Parlamento da terra e o encontro de comunidades tradicionais no Aterro do Flamengo.
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