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Leia Terra de índio por Cléber de Oliveira

Corumbá On line - www.corumbaonline.com.br
Autor: Cléber de Oliveira Júnior
12 de Ago de 2008

O povo brasileiro tem assistido ultimamente, alguns devaneios e tentativas de certos paises e organismos estrangeiros, de dominarem nossa terra, nossas idéias e nossas fronteiras, camuflados por imbecis que se dizem brasileiros, mas que vendem a alma e a mãe para mostrarem que tem poder.

Pensamentos retrógrados, ideologias sem sentido e de aparente cunho social, confundem milhares de pobres analfabetos e indefesos, que, em suas necessidades, são feitos de marionetes para encobrir as verdadeiras razões de tantas propostas mirabolantes a fazer parte do cenário pouco ético de certos irresponsáveis que ora se encontram nas entranhas dos poderes.

Não bastasse a invasão da Amazônia por ongs e para-militares, dos assentamentos indesejáveis e da obrigação de cessão de terra a uns ditos "sem terra", espalhados em todos os cantos do País, o Brasil caminha a passos largos para uma situação de confronto jamais vista, mesmo em épocas mais difíceis como foi a ditadura militar.

O que se percebe agora, não é uma luta entre iguais, entre irmãos, por um falso ideal político, socialista ou democrático, mas uma acelerada avalanche golpista, contra a soberania da nação, disfarçada de assentamentos e agora de demarcação indeginista.

Quem está por trás dessa armadilha não é o povo brasileiro, mas alguns falsários travestidos de intelectuais, estrategicamente alçados a postos decisórios, que vão percorrendo mineiramente pelas beiradas, a dignidade, a liberdade e o patrimônio dos cidadãos e cidadãs brasileiras.

Antes que seja tarde, os brasileiros e brasileiras tem que voltar a ocupar espaço em terras antes lusitanas, que defendida ardorosamente até ser alçada à independência, não se transformem em terras americanas, européias ou africanas, afinal de posse de vasto território, de controle produtivo e esbanjando riqueza econômica, os incentivadores das demarcações de terras para os índios, certamente nos colocarão como escravos num futuro próximo, em nossa própria fonte de vida, vez que, como vitimas da violência urbana, já nos escondemos sob nossos tetos, sem chance de proclamarmos a tão sonhada liberdade.

O perigo ronda e um massacre está próximo, com derramamento de sangue inocente, visto que aqueles que lutaram para conquistar suas terras, não deixarão que índios ou sem terra as ocupem sem reação Nesse momento, os espertos senhores que bancam esses interesses, pegarão seus aviões e se afugentarão em suas terras, esperando novo momento para se lançarem na empreitada sinistra de invasão territorial.

Para quem não acredita nisso, é só ver onde estão os pilotos americanos que mataram 154 brasileiros em vôo inaugural pelos céus do Brasil. O governo de Mato Grosso do Sul e suas lideranças políticas, bem como a sociedade organizada, devem unir-se para impedir que índios e brancos entrem em batalha campal por terras férteis. A ocupação travestida de demarcação é, antes de ser justa, uma afronta à cidadania.

Como bem lembrou a senadora Marisa Serrano (PSDB), os 26 municípios do Estado onde a Funai (Fundação Nacional do Índio) quer rever a demarcação de terras indígenas estão 60% da cultura de soja, 60% da cultura de milho e 40% da de cana-de-açúcar. E dos 17 milhões de cabeças de gado do Estado, mais de 3,5 milhões estão nessa área.

Há que se encontrar equilíbrio para que nós brasileiros sejamos soberanos em nossas decisões, e também evitar que alguns fajutos brasilianos, vendam o Brasil, sem pensar que seus filhos não terão no futuro o direito á liberdade.

Terra de índio, é aqui, como aqui é uma única nação, a NAÇÃO BRASILEIRA, sem diversas nações, sejam elas, indígenas, americanas ou quaisquer outras que queiram nos fazer engolir.

A liberdade e a soberania é um direito nosso.

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