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Ismarth é contra, mas acha emancipação viável

O Estado de S.Paulo (São Paulo - SP)
16 de fev de 1979

O presidente da Funai, general Ismarth, afirmou ontem, em Brasília, que não conhece nenhum povo indígena no Brasil em condições de se emancipar no momento, embora admita a possibilidade de isso acontecer com os Kaingang da TI Guarita, se for de fato a vontade da maioria dos índios. O pedido dos Kaingang, porém, continua sendo considerado ilegítimo por antropólogos e missionários do Cimi, que acreditam que deve haver interesses econômicos e pressões de indivíduos poderosos ou da própria Funai por trás. O general Ismarth disse não acreditar nessas denúncias.

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