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Índios cremavam mortos no Sul há dois mil anos

Tribuna da Imprensa (Rio de Janeiro - RJ)
07 de fev de 1994

Vinte e sete ossadas de antepassados dos índios Xokleng foram encontradas. Com essa descoberta foi possível concluir que esses índios cremavam seus mortos. Segundo o padre Ignácio Shmitz, arqueólogo e coordenador das escavações, os despojos possuem dois mil anos. Os antepassados desses índios viviam nas margens do Rio Araranguá e se alimentavam de peixes, mariscos, ostras e carnes de caça. Atualmente os Xokleng vivem na reserva Duque de Caxias, localizada em Ibirama (SC).

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