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22 de Out de 2003
O 25o Congresso Internacional de Americanística está sendo realizado no México desde ontem (21) e se estende até sexta (24). É organizado por uma associação de estudiosos da Itália e do México, denominada Circuito Ameridiano, que analisa aspectos do continente americano como antropologia, arqueologia, história e política. Desta vez a discussão inclui a questão da Amazônia Indígena e a história dos Povos do Tocantins. Para isso, duas brasileiras foram convidadas: a historiadora Juciene Ricarte e a professora de letras Karylleila dos Santos de Andrade, da Universidade Federal do Tocantins (UFT) e Centro de Ensino Luterano de Palmas (Ceulp/Ulbra), respectivamente.
Em 2002, a historiadora participou de um congresso internacional na cidade de São Paulo onde um grupo de estudiosos italianos do Circuito Ameridiano mostrou interesse pela história dos Povos Indígenas do Tocantins. Juciene, doutoranda pela Universidade Federal de Pernambuco (UFP), manteve contato com eles. Agora, analisa as relações interetnicas do Tocantins no congresso. Ela diz que existe a tentativa de formalizar o intercâmbio entre Itália e Tocantins para possibilitar a troca de informações e pesquisas científicas entre os países. Já a professora Karylleila, doutoranda pela Universidade Federal de São Paulo (USP), expõe no México a toponímia dos povos tocantinenses. (Leilane Alves)
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