O Mamoré - http://www.omamore.com.br/
10 de Mar de 2012
Segundo a versão da mãe de Maria Antonia Oro Mon, de 29 anos, sua filha passou mal e quando conduzida da aldeia até a cidade foi mal tratada e ainda os profissionais disseram que o estado da criança não era urgente, mas a mesma veio a óbito.
A mãe buscou na manhã desta sexta-feira (9) a Delegacia de Polícia para denunciar que sua filha indígena se sentiu mal, no dia 03/03 por volta das 16h a ambulância da CASAi conduzida por um motorista de nome "Hugo" chegou até a aldeia que fica localizada na Linha 10, área rural do município. Ela afirma em ocorrência policial no 1032/2012 que o motorista passou todo o trajeto reclamando e dizendo que o caso da criança não era nada urgente, dizendo a seguinte frase: "isso não é emergência, pois vocês estão querendo brincar comigo". A criança chegou na CASAI por volta das 18h quando foi atendida por uma enfermeira de nome "Delci", que aplicou soro reidratante em sua filha e comentou que a criança não estava doente e que não se tratava de uma emergência. Uma hora após chegar ao local, houve a troca de plantão onde a enfermeira de nome "Izaltina" percebeu que o estado de saúde da criança é grave, sendo que nos primeiros minutos de domingo (4) a criança foi encaminhada para o Hospital Regional. Por volta das 06h a criança veio a óbito, segundo a mãe o médico plantonista esclareceu que sua filha estava muito debilitada.
A mãe buscou a Delegacia para denuncia o mau atendimento do motorista, da enfermeira e declarou que ambos foram omissos no atendimento.
As notícias aqui publicadas são pesquisadas diariamente em diferentes fontes e transcritas tal qual apresentadas em seu canal de origem. O Instituto Socioambiental não se responsabiliza pelas opiniões ou erros publicados nestes textos. Caso você encontre alguma inconsistência nas notícias, por favor, entre em contato diretamente com a fonte.