Rondoniagora-Porto Velho-RO
15 de Out de 2003
Artigo assinado pelo jornalista Carlos Tautz na edição no 082 do semanário Pasquim traz denúncia da Comissão Pró-Yanomami, revelando que amostras de sangue e de DNA dos silvícolas estão armazenadas em pelo menos cinco universidades de grande porte dos Estados Unidos. A coleta foi feita na década de 70 e os norte-americanos continuam nos estados do Acre, Rondônia e Amazonas fazendo pesquisas. Os índios Yanomami estão exigindo dos EUA o retorno das amostras. "Material valiosíssimo para grandes conglomerados eu envolvem companhias dos ramos farmacêuticos, biotecnológicos e de pesquisa para desenvolvimento da genômica aplicada à agricultura (envolvendo é claro, refinadíssimo agrotóxicos)", diz trecho do artigo, criticando a inércia governo brasileiro com a Amazônia. As amostras de sangue e DNA dos índios estão com a Universidade Estadual da Pensilvânia, Universidade de Michigan, Universidade de Emory, Universidade de Illinois e Instituto Nacional de Câncer
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