A Crítica - http://acritica.uol.com.br/
20 de Jul de 2016
Segundo estudo, já foram descobertas cerca de 12 mil espécies e restam outras quatro mil, mais raras
A Amazônia tem uma variedade tão grande de espécies de árvores que catalogá-las levaria pelo menos três séculos. Essa é a conclusão de um estudo publicado no último dia 13 na revista científica Scientific Reports.
O estudo levantou os mais de 500 mil exemplares reunidos por museus nos últimos 300 anos e mostrou que 11.676 mil espécies de 1225 gêneros e 140 famílias foram descobertas até hoje.
Com base nesse número, os pesquisadores projetam que ainda restam a serem descobertos ou descritos em detalhes aproximadamente quatro mil tipos raros de árvores.
O trabalho foi possível graças à digitalização dos acervos de museus ao redor do mundo. Os cientistas afirmam que a lista ajudará quem busca proteger a floresta tropical com a maior biodiversidade do mundo.
Entre os países que abrigam a floresta amazônica, o Brasil é o que tem o maior número de amostras coletadas: 278.165. Do total de espécies identificadas, 61% foram coletadas na Amazônia brasileira.
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