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Ibama no Amazonas será responsável pelo controle de exportação do pau-rosa

A Crítica - http://acritica.uol.com.br/
27 de Dez de 2011

A emissão de licença para exportação de espécies de madeira enquadradas na Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (Cites) passará a ser analisada e liberada pela superintendência estadual do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A portaria foi publicada nesta terça-feira (27) no Diário Oficial da União.

Até então, a emissão das licenças era feita exclusivamente pela presidência do Ibama, em Brasília. O exportador do Amazonas encaminhava o pedido via online.

Com a portaria, caberá ao superintendente no Amazonas, Mário Lúcio Reis, ou seu substituto, Geandro Pantoja, exercerem a função a partir de agora.

No Amazonas, a principal espécie considerada ameaçada de extinção é o pau-rosa, que foi incluída na Cites em 2010. O Ibama, na época, alegou que estava ocorrendo um intenso desaparecimento das populações naturais do pau-rosa no Pará, no Amapá e principal no Amazonas. Havia também preocupação com o aumento do comércio ilegal voltado para a exportação.

O superintendente Mário Lúcio Reis disse ao portal acritica.com que a medida descentraliza o trabalho da presidência do Ibama. No Amazonas, segundo Reis, a exportação de madeira é praticada por "meia dúzia" de empresas.

"Quase 100% dessas espécies ameaçadas são enviadas para o exterior. Mas ainda é um mercado restrito. Há empresas de Manaus, Parintins e Maués", disse Reis.

As outras espécies brasileiras inscritas na Cites são jacarandá-da-bahia, mogno, xaxim, cedro, orquídeas e cactáceas e pau-brasil.

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