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Gestão do subsistema de saúde indígena é tema de reunião

Funasa - www.funasa.gov.br
17 de Out de 2008

Para aprofundar a discussão sobre a gestão do subsistema de atenção à saúde indígena foi realizada, nesta sexta-feira (17), a reunião do Grupo de Trabalho (GT) de acompanhamento da consultoria de Modelos de Atenção, Gestão, Financiamento e Organização e Monitoramento e avaliação do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena da Funasa.

O evento foi realizado no auditório da instituição e teve como destaque a presença da especialista internacional em gestão de sistema de saúde, a inglesa Liz Ollier, integrante do IDS (Institute of Development Studies).

A reunião foi aberta pela diretora-substituta do Departamento de Planejamento e Desenvolvimento (Depin), Sheila Resende, que ressaltou a importância do encontro. "O objetivo da Funasa é propiciar, com essa discussão, resultados na melhoria dos serviços de saúde para a população indígena. Muito já foi feito, mas podemos avançar ainda mais", garantiu Sheila. Segundo ela, os indicadores de saúde atestam para uma melhoria considerável na saúde indígena brasileira.

Em sua apresentação, Liz Ollier, que atua há 25 anos na gestão de saúde na Inglaterra, destacou que o modelo de gestão é muito mais que um organograma. "Ele deve incluir a infra-estrutura necessária, principalmente a valorização do gestor, para que os serviços de saúde possam ser eficientes e funcionais", destacou.

A reunião, que contou com a participação de gestores da Funasa, prossegue durante todo o dia com discussões sobre consórcios intermunicipais, colegiados de gestão regional e a gestão nos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dsei).

Consórcio
O avanço na melhoria da saúde indígena brasileira tem sido uma prioridade na atual administração da Funasa. Esta semana, o presidente Danilo Forte esteve reunido com representantes do consórcio formado pelo IDS, Saúde Sem Limites (SSL) e pelo Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), para apresentação dos primeiros resultados do diagnóstico que servirá como base para novos trabalhos direcionados ao subsistema de saúde indígena.

Em março do próximo ano, o consórcio irá apresentar para Funasa os modelos de atenção, gestão, financiamento, organização, monitoramento e avaliação para que as próximas ações no subsistema de saúde indígena possam ser realizadas.

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