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Gerdau e grupos japoneses criam nova empresa para o setor eólico

OESP, Economia, p. B16
26 de Jan de 2016

Gerdau e grupos japoneses criam nova empresa para o setor eólico
Companhia, que terá a siderúrgica gaúcha como maior acionista, investirá R$ 280 milhões para fornecimento de peças

Fernanda Guimarães

A siderúrgica Gerdau anunciou ontem a formação de uma joint venture com as empresas japonesas Sumitomo Corporation e The Japan Steel Works (JSW).
A nova companhia vai fornecer peças para torres de geração de energia eólica a partir de 2017.
A sociedade que será formada envolverá R$280 milhões em investimentos para a aquisição de novos equipamentos de produção e o empreendimento ficará dentro da usina da siderúrgica gaúcha em Pindamonhangaba, interior de São Paulo.
A formação dessa sociedade, que ainda depende de aprovação das autoridades concorrenciais, deverá ter a Gerdau como sua principal sócia, com mais de 50% de participação. No entanto, as fatias de cada acionista serão definidas no fechamento da operação. "Estamos trabalhando para transformar a Gerdau em uma empresa com melhor eficiência e rentabilidade, considerando os desafios atuais e futuros do mercado mundial do aço. Para isso, buscamos nos unir a parceiros com experiência em seus segmentos de atuação", informou, em nota, o diretor-presidente da Gerdau, André Gerdau Johannpeter.
Além de peças para torres eólicas, a nova empresa também produzirá cilindros para a indústria do aço e do alumínio, produtos que já são produzidos pela Gerdau e comercializados para mais de 30 países. Segundo a Gerdau, a capacidade total de peças para indústria eólica e cilindros deverá alcançar 50 mil toneladas por ano. A companhia destaca que as perspectivas para a indústria eólica no Brasil são promissoras.
Ações. Ontem, as ações preferenciais da Gerdau fecharam com alta de 2,44%,como reflexo da joint venture. O anúncio da Câmara de Comércio Exterior (Camex) de aplicar direito antidumping às importações brasileiras de chapas grossas em bobinas e tubos de aço carbono não ligado da China também deu suporte aos papéis do grupo.

OESP, 26/01/2016, Economia, p. B16

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