Correio do Estado-Campo Grande-MS
Autor: Antonio Viegas
25 de Ago de 2003
A proposta da Funasa é oferecer acompanhamento médico o ano todo aos índios que trabalham fora das aldeias
Cristina Ramos
Pelo menos três mil índios trabalham em usinas de álcool em Mato Grosso do Sul, conforme dados levantados pela Comissão Permanente de Investigação e Fiscalização das Condições de Trabalho no Estado. Durante o período em que ficam afastados de suas aldeias cortando cana, esses índios prejudicam sua saúde ao se afastarem do tratamento específico que recebem da Fundação Nacional de Saúde, nas reservas.
Preocupados, técnicos da Funasa e representantes das usinas empregadoras se reuniram na sexta-feira no 1o Fórum de discussão sobre a situação da saúde dos trabalhadores indígenas, que atuam nas usinas de álcool em Mato Grosso do Sul. O objetivo é traçar um plano de ação para garantir que os trabalhadores indígenas durante os três meses que passam dentro das usinas, continuem a receber assistência à saúde.
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