VOLTAR

Funasa avalia mais de 1,8 mil crianças indígenas em uma semana

Jornal do Brasil-Rio de Janeiro-RJ
15 de Mar de 2005

Uma equipe envolvendo 50 pessoas, entre médicos, nutricionistas, enfermeiros e auxiliares de enfermagem da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) do Ministério da Saúde e das prefeituras locais, avaliou 1.879 crianças de aldeias das cidades de Amambai, Caarapó, Iguatemi, Paranhos e Tacuru, entre os dias 5 e 12 deste mês.

No município de Amambai, a 322 km de Campo Grande, a equipe pesou e mediu 491 crianças nas aldeias de Amambai, Limão Verde, Jaguari e Guaimbé. A população indígena dessas aldeias soma cerca de 7.440 pessoas. O diagnóstico apontou três crianças com desnutrição grave, 31 com desnutrição moderada e 85 com risco nutricional.

Nas aldeias de Cerrito e Porto Lindo, ambas no município de Iguatemi, a 451km da capital, foram avaliadas 297 crianças de zero a cinco anos de idade. As aldeias contam 4.288 índios no total. Foram identificadas duas com desnutrição grave, 21 com moderada e 59 com risco nutricional.

Em Paranhos, município distante 452 km de Campo Grande, 357 crianças passaram por pesagem e medição. As aldeias visitadas foram Arroio Corá, Paraguaçu, Pirajuí, Potrero-Guassú e Sete Cerros. Pelo diagnóstico, cinco crianças estão com desnutrição grave, 13 com moderada e 40 com risco nutricional.

Nas aldeias de Sassoró e Jaguapiré, da cidade de Tacuru, a 407 km da capital, 219 crianças foram examinadas. As aldeias somam 2.825 índios. Na avaliação, foram apontadas três crianças com desnutrição grave, dez com moderada e 27 com risco nutricional.

A 264 km de Campo Grande, no município de Caarapó, os técnicos da Funasa avaliaram 515 crianças da aldeia Caarapó onde vivem 3.311 indígenas. No diagnóstico, foram identificadas uma criança com desnutrição grave, 11 com desnutrição moderada e 45 em risco nutricional. Durante avaliação médica, três crianças foram encaminhadas ao Hospital São Mateus devido a outras patologias

As notícias aqui publicadas são pesquisadas diariamente em diferentes fontes e transcritas tal qual apresentadas em seu canal de origem. O Instituto Socioambiental não se responsabiliza pelas opiniões ou erros publicados nestes textos. Caso você encontre alguma inconsistência nas notícias, por favor, entre em contato diretamente com a fonte.