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19 de Nov de 2009
A Fundação Nacional de Saúde (Funasa) aguarda o resultado do material coletado para exame clínico de quatro indígenas com síndrome gripal, suspeitos de estarem com a Inlfuenza A (H1N1), enviado para análise no Instituto Evandro Chagas, no Pará, na semana passada. O resultado do exame, feito através da secreção nasal, é esperado ainda para essa semana.
Enquanto isso, dentro das ações do Comitê de Crise H1N1, criado pela Funasa junto a órgãos que atuam dentro da terra indígena, as equipes que irão trabalhar no combate à infecção pelo vírus já estão sendo treinadas.
A coordenação técnica do Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami (DSEI Yanomami), sob a gerência do Comitê de Crise da Gripe H1N1, realizou na semana passada o treinamento para 25 técnicos sobre o 'Diagnóstico, coleta de exames e vigilância epidemiológica' em áreas indígenas.
O treinamento aconteceu numa parceria da Funasa com a Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) e o Laboratório Central (Lacen) e faz parte do Plano de Ação de Vigilância Epidemiológica que está sendo implantado pela Coordenação Regional (Core/RR) da fundação na região fronteira com a Venezuela.
Além dos técnicos do DSEI Yanomami, também estão participando do treinamento os profissionais do Distrito Sanitário Indígena do Leste, Casa de Saúde do Índio (Casai/RR), Alto Solimões (AM) e Exército Brasileiro, que foram treinados em coleta do swab (secreção) sob a coordenação da bioquímica do Lacen, Cátia Menesy.
No início da próxima semana, inicia o treinamento e capacitação de mais 25 profissionais em 'diagnóstico, coleta de exames e vigilância epidemiológica', que servirão de agentes multiplicadores do conhecimento e, assim como os demais, irão fazer parte das equipes sentinelas.
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