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Funai defende emancipação como salvaguarda para tribo

Jornal do Brasil (Rio de Janeiro - RJ)
12 de nov de 1978

O general Ismarth, presidente da Funai, defendeu o decreto de emancipação indígena, argumentando que o ato garante maior proteção aos povos indígenas, pois significa prestação de assistência por parte do órgão, em todos os níveis, para que possam, algum dia, se integrar à sociedade nacional. Ismarth respondeu às críticas feitas pelos antropólogos brasileiros, afirmando que se as mesmas permanecerem após a leitura do decreto final, que foi bastante alterado, ficará claro que se tratam de críticas "políticas", "uma reação de classe ao repúdio de sua posição, não importando realmente se o decreto é bom ou ruim."

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