VOLTAR

Extração de ouro polui rio e extermina peixes

Estadão do Norte-Porto Velho-RO
11 de Mar de 2003

O uso de mercúrio na extração de ouro do Madeira está causando a mortandade de peixes e provocando o assoreamento do rio, prejudicando a navegação. A denúncia foi feita ontem por um grupo de moradores do bairro Triângulo, onde o barulho das cerca de 15 dragas, que estão operando ilegalmente, está perturbando o sossego público.
Como se sabe, uma lei ambiental proíbe a garimpagem de ouro no trecho entre a cachoeira de Santo Antônio e o Belmont. No entanto, os garimpeiros deliberadamente - e com a conivência dos órgãos envolvidos na questão, como garantem os moradores da margem direita do Madeira - continuam operando suas dragas sem serem molestados.
Segundo os moradores do Triângulo, atualmente cerca de 15 dragas estão operando ilegalmente, das 20 horas até às 5 horas da madrugada, diariamente, nas proximidades do igarapé do Bate-Estaca. "É só escurecer que eles começam a operar seus equipamentos. Depois das cinco horas, eles escondem as dragas no igarapé do Engenho, nas proximidades da cachoeira de Santo Antônio", denuncia um morador, que prefere não se identificar por temer represálias.
Há denúncias de favorecimento recíproco, mas os moradores não assumem a veracidade das informações. Até porque dizem não saber quem, realmente, é responsável pelo problema. Uns acham que é o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Extração de ouro polui rio e extermina peixes
O uso de mercúrio na extração de ouro do Madeira está causando a mortandade de peixes e provocando o assoreamento do rio, prejudicando a navegação. A denúncia foi feita ontem por um grupo de moradores do bairro Triângulo, onde o barulho das cerca de 15 dragas, que estão operando ilegalmente, está perturbando o sossego público.
Como se sabe, uma lei ambiental proíbe a garimpagem de ouro no trecho entre a cachoeira de Santo Antônio e o Belmont. No entanto, os garimpeiros deliberadamente - e com a conivência dos órgãos envolvidos na questão, como garantem os moradores da margem direita do Madeira - continuam operando suas dragas sem serem molestados.
Segundo os moradores do Triângulo, atualmente cerca de 15 dragas estão operando ilegalmente, das 20 horas até às 5 horas da madrugada, diariamente, nas proximidades do igarapé do Bate-Estaca. "É só escurecer que eles começam a operar seus equipamentos. Depois das cinco horas, eles escondem as dragas no igarapé do Engenho, nas proximidades da cachoeira de Santo Antônio", denuncia um morador, que prefere não se identificar por temer represálias.
Há denúncias de favorecimento recíproco, mas os moradores não assumem a veracidade das informações. Até porque dizem não saber quem, realmente, é responsável pelo problema. Uns acham que é o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

As notícias aqui publicadas são pesquisadas diariamente em diferentes fontes e transcritas tal qual apresentadas em seu canal de origem. O Instituto Socioambiental não se responsabiliza pelas opiniões ou erros publicados nestes textos. Caso você encontre alguma inconsistência nas notícias, por favor, entre em contato diretamente com a fonte.