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Expedito Peronnico

Brasil Norte-Boa Vista-RR
20 de Mai de 2004

Impedimento
O mentecapto Mércio Pereira, presidente da Funai, está sendo investigado pelo Tribunal de Contas da União por crime administrativo. Era dirigente de uma entidade de nome Flor do Amanhã, no rio de Janeiro, onde torrou o nosso dinheirinho indevidamente. Pior, dinheiro de convênio federal. O processo está em fase de julgamento no TCU e pelos elementos identificados, Mércio será inevitavelmente condenado.
Guerra à vista
O senador Mozarildo quer saber do Márcio Thomaz Bastos as razões que levaram a Funai a comprar armas de fogo e munição em abundância. A aquisição foi feita por meio de carta-convite, a partir da administração de Manaus. Mozarildo revelou que a denúncia chegou ao seu conhecimento através de um índio que o procurou em seu gabinete no Senado.
Arsenal
Segundo o Mozarildo, a Funai está comprando 21 espingardas calibre .20 com 110 caixas de cartuchos; oito rifles calibre .22 com 70 caixas de cartuchos; e 200 caixas de cartuchos calibre .38.
- Para que a Funai quer armas e munições? - questionou.
O senador explicou que os indigenistas e agentes da Funai não utilizam armas e também não têm esse direito, pois não são policiais.
Olho gordo
Para o senador Augusto Botelho, as ONGs internacionais não estão interessadas na preservação da cultura e da tradição indígena, como propagam, mas no rico subsolo sobre o qual as reservas estão assentadas e na biodiversidade brasileira. E foi ríspido: "essas organizações não podem contar mais com os olhares complacentes do governo. Também não podem atuar ao seu bel-prazer, sob pena de a propalada internacionalização da Amazônia ganhar dimensões irreversíveis"

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