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Estudo da condição econômica indígena une diversos órgãos públicos no Estado

Agência de Notícias do Paraná - http://www.aen.pr.gov.br/
Autor: Priscila Paganotto
15 de Mai de 2012

O Governo do Paraná, por meio do Emater, o Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural, em parceria com a Funai, a Fundação Nacional do Índio, vai realizar um levantamento sobre a condição econômica dos povos e aldeias indígenas instaladas no Estado.

O objetivo é diagnosticar as principais demandas das comunidades e oferecer assistência técnica e políticas públicas, para ampliar as alternativas de subsistência das tribos. A medida foi discutida nesta semana, em Curitiba, durante um encontro realizado pela Secretaria Especial de Assuntos Fundiários. O evento reuniu representantes dos Ministérios Públicos Federal e Estadual, Funai, Emater, secretarias estaduais da Agricultura, Educação e de Relações com a Comunidade.

Segundo o assessor especial do governo para Assuntos Fundiários, Hamilton Serighelli, é importante haver uma discussão em conjunto para resolver os problemas das comunidades indígenas.

//SONORA HAMILTON SERIGHELLI// De acordo com o secretário da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, a partir do diagnóstico serão traçadas políticas de apoio que sejam coerentes com a forma e a cultura de cada comunidade.

// SONORA NORBERTO ORTIGARA// As visitas às comunidades indígenas vão começar imediatamente, e serão realizadas por técnicos do Emater e agentes da Funai. Ao todo, existem 55 territórios indígenas no Paraná, localizados em 32 municípios. Do total de áreas, 13 não são demarcadas. Os dados são de uma pesquisa iniciada no ano passado pela Secretaria Especial de Relações com a Comunidade, que servirá de referência para aprimorar os estudos. Segundo esta pesquisa, existem cerca de 15 mil índios no Estado. Para o procurador de Justiça, Olympio de Sá Sotto Maior, o importante é que haja uma resposta por parte do poder público dos vários níveis.

// SONORA OLYMPIO DE SÁ SOTTO MAIOR// João Akira Omoto, procurador da República em Londrina, no Norte do Estado, destacou que as ações dirigidas aos povos indígenas devem ser diferenciadas e diversificadas.

// SONORA JOÃO AKIRA OMOTO// Entre os dados que serão levantados estão: onde ficam e o número de famílias em cada aldeia; o que produzem; qual é a área de produção e a situação legal da terra. Uma nova reunião foi agendada para o dia 18 do mês que vem, quando serão apresentados os dados do levantamento, e discutidas as ações particulares de cada comunidade indígena.

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