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16 de Out de 2008
"Muito bom, espaçoso e com uma ótima estrutura". Esta foi a definição feita pela representante do Institute of Development Studies (IDS), a inglesa Liz Ollier, após conhecer o espaço que abriga a Casa de Apoio à Saúde do Índio (Casai) de Brasília, na manhã desta quinta-feira (16). O instituto é uma organização internacional de pesquisa, ensino, comunicação e desenvolvimento da Universidade de Sussex, em Brighton, na Grã-Bretanha.
A representante do IDS foi recebida pela chefe da Casai, Elenir Coroaia, que mostrou todas as dependências da unidade e como funciona o local. "Nosso objetivo com essa visita é conhecer in loco o tratamento dispensado ao indígena para, além de aprendermos, propiciarmos uma troca de informações", afirmou a representante do IDS.
Liz Ollier é integrante do consórcio formado pelo IDS, Saúde Sem Limites (SSL) e do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), cujos representantes estiveram ontem (15) com o presidente da Funasa, Danilo Forte, para apresentar os primeiros resultados do diagnóstico que servirá de base para novos trabalhos direcionados ao subsistema de saúde indígena.
Durante a visita, Liz Ollier conversou com os indígenas, com os profissionais que atuam na Casai e fez questão de conhecer os seis blocos de edificações que abrigam a recepção, alojamento, centro de atendimento à saúde e a farmácia. "Este é um modelo bem sucedido e que deve ser imitado", afirmou.
Ao final da visita foi servido um lanche com frutas tropicais. A visitante foi presenteada com peças artesanais produzidas pelos indígenas hospedados na Casai.
A próxima etapa do trabalho do consórcio, segundo Liz Ollier, é elaborar modelos de atenção, gestão, financiamento, organização e monitoramento e avaliação que deverão ser apresentados para a Funasa até março do próximo ano.
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