Jornal do Brasil-Rio de Janeiro-RJ
29 de Ago de 2005
Funcionários da Funai que trabalham com os índios brasileiros, de qualquer etnia, carregam consigo muito mais do que convicções profissionais. Carregam um sentimento de abnegação e desprendimento que extrapola os limites da civilização dita convencional, e faz com que deixem famílias, amigos, parentes, em casa, arrumem as malas e se mudem para o mato.
Sonia Maria de Paula tem 35 anos de Funai. Pelas regras da Previdência, poderia ter se aposentado há cinco anos. Permaneceu nos quadros como pesquisadora e viaja como cozinheira. Só para estar ao lado dos índios. "Nós temos uma dívida enorme, territorial e espiritual, com eles", justifica.
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