Jornal do Commercio-Manaus-AM
07 de Dez de 2002
A Associação Brasileira de Antropologia (ABA) aponta questões fundamentais, com base na Constituição, para a formulação de nova política indigenista no Brasil. Dentre eles está a aprovação do Estatuto do Índio para vencer os lobbies políticos no Congresso que, volta e meia, se insurgem contra garantias constitucionais já previstas aos indígenas.
A destinação de verbas para a autocapacitação das lideranças é outra reivindicação urgente.
Revisão
Os antropólogos também assinalam que a formulação dessa política indigenista deveria caber a um Conselho de Estado de caráter normativo, deliberativo e supervisor cuja vinculação institucional deveria garantir sua independência e alto compromisso com os povos indígenas. Integrando representantes de diversos setores, como ONGs, representações indígenas e a própria Funai.
A Funai também deveria ser revista.
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