VOLTAR

Dirceu garante a Raupp que usinas e gasoduto vão sair do papel

Estadão do Norte-Porto Velho-RO
15 de Jun de 2005

O ministro chefe do gabinete Civil, José Dirceu, garantiu ontem ao senador Valdir Raupp (PMDB-RO), que as duas usinas hidrelétricas de grande porte previstas para o Rio Madeira, como também o gasoduto Urucu/ Porto Velho, "vão sair do papel e fazem parte de um pacote de obras prioritárias a ser anunciado em breve pelo governo". A informação foi transmitida ao senador por Rondônia ao ser recebido em audiência no Palácio do Planalto.
Valdir Raupp protocolou junto à Casa Civil diversos expedientes solicitando agilização por parte do governo federal, com a ajuda de José Dirceu, para uma série de pleitos que visam beneficiar não só Rondônia, mas toda a Região Amazônica.
No tocante à construção das hidrelétricas, o senador informou ter o ministro da Casa Civil asseverado que os respectivos projetos estão "andando em processo acelerado", e poderão ser iniciadas no máximo no ano que vem.
Já com relação ao gasoduto, José Dirceu disse que o Planalto vai trabalhar, conforme solicitação do senador, para que a publicação do decreto que promove a desapropriação da área de servidão, necessário para que as terras por onde passará o encanamento do gás, seja acelerado. Além disso, prometeu interceder junto ao Ibama para a rápida liberação da licença ambiental do gasoduto.
Além das duas reivindicações, Valdir Raupp pediu ao ministro para que interceda no descontingenciamento de recursos de mais de R$ 100 milhões da Suframa que estão retidos.
Também solicitou a agilização na assinatura do contrato entre o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) e o Banco da Amazônia, que viabilizará financiamentos para pequenos e médios agricultores, comerciantes, industriais e empresários em toda a região. O ministro, em resposta, disse-lhe que os assuntos serão tratados com a máxima brevidade possível.

As notícias aqui publicadas são pesquisadas diariamente em diferentes fontes e transcritas tal qual apresentadas em seu canal de origem. O Instituto Socioambiental não se responsabiliza pelas opiniões ou erros publicados nestes textos. Caso você encontre alguma inconsistência nas notícias, por favor, entre em contato diretamente com a fonte.